Prédio abandonado começa a ser demolido em Jaguaruna após licitação da prefeitura
Estrutura representava risco à segurança e à vizinhança; ação foi coordenada pela gestão do prefeito Laerte com total respaldo técnico e jurídico
A Prefeitura de Jaguaruna deu início neste final de semana à tão aguardada demolição do prédio abandonado localizado em área urbana, que há anos gerava preocupação entre os moradores. O processo só foi possível após a abertura de licitação pública, vencida por empresa especializada, com capacidade técnica para executar o serviço de forma segura.
Segundo o prefeito Laerte Silva dos Santos, o prédio, por estar em área com habitações próximas, exigia um tipo de demolição que envolve riscos e equipamentos específicos, como a máquina com alicate (S90), o que aumentou o custo da obra. “Não podemos emprestar equipamentos para terceiros, principalmente porque não temos a expertise para esse tipo de demolição, e o risco é enorme”, destacou.
Alto custo e dificuldade técnica afastaram empresas
Nos bastidores, o processo enfrentou obstáculos: muitos orçamentos passavam de R$ 1 milhão, e várias empresas sequer participaram do edital, justamente pela complexidade do serviço. Além do uso de equipamentos especializados, outro desafio foi o frete e destinação dos resíduos, que não pode ser feito em qualquer lugar.
Apesar disso, a prefeitura conseguiu viabilizar a contratação por meio do processo licitatório, garantindo o cumprimento das exigências técnicas e jurídicas necessárias para a demolição de forma segura.
E o Mariscão?
Questionado por moradores nas redes sociais sobre a possibilidade de demolir também as ruínas do antigo Mariscão, o prefeito informou que já existe uma ordem judicial em trâmite, mas voltada para a SAPAC, associação responsável pelos imóveis Mariscão e Marisquinho.
Compromisso com o bem-estar urbano
A gestão municipal reforça que está comprometida com o planejamento urbano, segurança dos moradores e cumprimento da lei. “Estamos trabalhando com responsabilidade e transparência. Quando há risco e abandono, precisamos agir com firmeza, dentro da legalidade”, concluiu Laerte.