WASHINGTON (Reuters) – O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse nesta segunda-feira que “todas as opções” estão sobre a mesa para estabilizar a Argentina, incluindo linhas de swap e compras diretas de moeda, ao mesmo tempo em que destacou a confiança do presidente Donald Trump no líder argentino Javier Milei e em sua equipe econômica.
Bessent disse aos repórteres que qualquer ação dos EUA seria “ampla e enérgica”, mas nenhuma medida seria tomada até que ele e Trump se encontrassem com Milei em Nova York, na terça-feira, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Questionado se Washington poderia agir imediatamente, Bessent disse: “Veremos onde estão os mercados e qual é o nível de saídas — ou talvez as saídas se transformem em entradas — mas ninguém deve duvidar da determinação deste governo, ou da minha determinação.”
Bessent se recusou a falar sobre quais medidas específicas os EUA poderiam tomar para apoiar a Argentina e acalmar os mercados, mas disse: “Posso dizer que serão grandes e enérgicas”.
O secretário do Tesouro — um ex-executivo de fundos de hedge — disse ainda que não via risco de contágio financeiro da crise, ressaltando que Washington achava que a implementação das reformas econômicas na Argentina estava indo “muito bem”. Ele afirmou que o governo Trump esperava solidificar o que vê como uma guinada para a direita nos países latino-americanos, incluindo potencialmente a Colômbia.
SEM NOVOS TERMOS PARA O SUPORTE DOS EUA
Bessent anunciou pela primeira vez o apoio dos EUA à Argentina em uma publicação nas redes sociais, dizendo que todas as opções estavam sobre a mesa.
“Essas opções podem incluir, mas não estão limitadas a, linhas de swap, compras diretas de moeda e compras de dívida governamental denominada em dólares americanos do Fundo de Estabilização Cambial do Tesouro”, escreveu Bessent no X.
Ele disse aos repórteres que qualquer ação dos EUA não resultaria em novas demandas ou condições além da adesão contínua da Argentina aos termos do acordo de empréstimo com o Fundo Monetário Internacional.
“Não posso falar pelo presidente, mas, no que diz respeito ao Tesouro, não há condicionalidade”, afirmou.
Em abril, a Argentina assinou um novo acordo de empréstimo de US$20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), com prazo de quatro anos, que exigiu que o país desmantelasse controles cambiais de longa data e afrouxasse o controle sobre o peso.
SEM NOVOS TERMOS PARA O SUPORTE DOS EUA
Bessent anunciou pela primeira vez o apoio dos EUA à Argentina em uma publicação nas redes sociais, dizendo que todas as opções estavam sobre a mesa.
“Essas opções podem incluir, mas não estão limitadas a, linhas de swap, compras diretas de moeda e compras de dívida governamental denominada em dólares americanos do Fundo de Estabilização Cambial do Tesouro”, escreveu Bessent no X.
Ele disse aos repórteres que qualquer ação dos EUA não resultaria em novas demandas ou condições além da adesão contínua da Argentina aos termos do acordo de empréstimo com o Fundo Monetário Internacional.
“Não posso falar pelo presidente, mas, no que diz respeito ao Tesouro, não há condicionalidade”, afirmou.
Em abril, a Argentina assinou um novo acordo de empréstimo de US$20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), com prazo de quatro anos, que exigiu que o país desmantelasse controles cambiais de longa data e afrouxasse o controle sobre o peso.
Fonte: Por Susan Heavey e Andrea Shalal e David Lawder